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terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

PINTORES COM A BOCA E OS PÉS


ENTARDECER
Artista: Igor Roberto Farina Jardim


GIRASSOL
Artista: Teresinha Irani  de Oliveira 


PONTE DO RIACHO
Jefferson Luis Hoffmann


POR DO SOL
Aline Mendes Korb



OS PESCADORES DE MOLUSCO
Juracir Batista de Oliveira


PÃO DE AÇUCAR
Eduardo Moreira de Melo

SOBRE OS PINTORES COM A BOCA E  OS PÉS
A Associação dos Pintores com a Boca e os Pés começou em 1956 quando Erich Stegmann, um artista que pintava com a boca, reuniu um pequeno grupo de artistas com deficiência física de 8 países europeus. Seu objetivo era ganharem o seu próprio sustento através de seus esforços artísticos e obter uma segurança de trabalho que até então eles não tinham.

Juntando suas habilidades criativas com uma visão de negócios, Stegmann fundou a Associação dos Pintores com a Boca e os Pés como uma organização corporativa que reproduz os trabalhos dos seus artistas principalmente na forma de cartões, calendários e outros produtos.

O pequeno grupo que ele reuniu no encontro inaugural da Associação dos Pintores com a Boca e os Pés agora cresceu significativamente e representa aproximadamente 800 artistas em 75 países ao redor do mundo.

Um dos principais focos de Stegmann era que a Associação dos Pintores com a Boca e os Pés nunca deveria ser considerada uma instituição de caridade pelo fato de seus membros serem deficientes físicos. Para Stegmann, a palavra “caridade” era tão abominável como a palavra “pena”. A Associação sustenta que não é uma instituição de caridade e não se qualifica para a assistência caritativa.
Atualmente há 53 artistas no Brasil, muitos dão palestras e demonstrações de pintura para escolas, empresas e outros grupos interessados, oferecendo uma melhor compreensão do trabalho que está sendo feito pela Associação e as possibilidades disponíveis como oportunidade para as pessoas com deficiência. Conheça mais sobre eles na página de Artistas.
FONTE DAS IMAGENS E  TEXTO:  ASSOCIAÇÃO DOS PINTORES COM A BOCA E  OS PÉS

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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Di Cavalcanti :: As Cores do Brasil


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Mulata #1 ( Marina Montini)


Autorretrato Com Mulata


Abigail


Ivete


Gafieira


Samba


Rio de Janeiro Noturno


Caribe


Clarisse


Mulata # 2


Mulata # 3 ( Marina Montini)


Inconfidência


Independência


Colônia de Pescadores


Retrato de Abigail


Subúrbio do Rio de Janeiro


Mulata com Pássaro



Duas Mulatas



Autorretrato

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Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (1897 /1976) , nasceu no Rio de Janeiro e adotou inicialmente o nome artístico de Didi Cavalcanti. Depois passou a assinar simplesmente Di Cavalcanti .

"Di Cavalcanti conquistou uma posição única na pintura brasileira. Sem se prender a nenhuma tese nacionalista, é sempre o mais exato pintor das coisas nacionais. Não confundiu o Brasil com paisagens e em vez do Pão-de-Açúcar pintou telas com o tema samba, em vez de coqueiros, retratou mulatas, pretos e carnavais . Analista do Rio de Janeiro noturno, satirizador das nossas taras sociais, amoroso contador das nossas festinhas, mulatista-mor da pintura, este é o Di Cavalcanti de agora... " ( Mário de Andrade ) .
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Durante sua vida produziu cerca de 5.000 obras. Segundo alguns críticos Di Cavalcanti não foi um artista preocupado com realização de obras primas , até porque não era do seu temperamento essa preocupação com o perfeccionismo. Isso ele mesmo comentou com Mário de Andrade, numa carta de 1930:

"Mário, felizmente eu não me apresso, não quero nunca realizar obras-primas como quis o Brecheret, o Villa e mesmo já o Celso Antonio, o que acontece é que eles, sem autocrítica, já estão paus. E eu me sinto de uma mocidade comovente (...) " .

O pintor morou na França por um breve período e vivia alternadamente entre São Paulo e Rio de Janeiro. Sua obra percorreu o Brasil e o mundo, expondo também no Uruguai, na Argentina, no México , nos Estados Unidos e na França.

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A mulata

Segundo Mário de Andrade Di Cavalcanti foi o 'mulatista-mor da pintura nacional ' . Será que o artista aceitava de bom grado a denominação, que lhe foi dada, de Pintor das Mulatas? É provável que sim:

"A mulata, para mim, é um símbolo do Brasil, ela não é preta nem branca, nem rica nem pobre. Gosta de dança, gosta de música, gosta do futebol, como o nosso povo. Imagino ela deitada em cama pobre como imagino o país deitado em berço esplêndido "( Di Cavalcanti ) .


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Adorei fazer o post e saber mais sobre a arte brasileiríssima de Di Cavalcante. As imagens foram "pescadas" no Google Imagens e no Site Oficial . O texto foi resumido e adaptado da obra " 500 Anos de Pintura no Brasil " .

Apesar de ser considerado o pintor das mulatas , quando esteve em Paris Di Cavalcanti retratou algumas francesas loiras . A tela 'Clarisse ' é dessa fase . Ele adorava fazer retratos de mulheres e as mulatas com certeza eram suas preferidas. Particularmente não gosto da palavra "mulata", acho um pouco pejorativa e preconceituosa, pois é derivado de mula. Prefiro dizer mestiça ou morena, mas confesso que ainda falo mulata uma vez ou outra.

Acho sensacional a mestiçagem que ocorre no Brasil e dizem os esoteristas teosóficos que aqui está florescendo uma nova raça , a 6ª raça-raiz ,que é uma mistura de todas as outras raças. " A verdade é que não há no mundo inteiro gente mais bonita que o povo brasileiro " .


Saiba mais sobre raça-raiz (ou raça-mãe) e a gênese da humanidade segundo a teosofia aqui e aqui

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Conheça mais sobre a vida e obra de Di Cavalcanti aqui

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A Arte de Cristiane Campos


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Nossa Senhora - 2008


Bosque das Cerejeiras - 2008



Iara- 2007


Amazônia III ( Quarup) - 2007



Amazônia II - 2007



Inverno - 2008



Outono - 2008



Verão - 2008



Primavera - 2008



Sereia em Parati -2007



São Francisco de Assis - 2007



Santo Antônio e as Crianças - 2007




Cristiane Campos é paranaense , artista autodidata , já participou de exposições em vários Estados do Brasil , em Portugal, Itália e França. Utiliza outras técnicas , mas achei mais interessante , na sua obra, as pinturas naifs . Naif (ingênua em francês) ou primitiva, como é mais conhecida no Brasil, é a pintura produzida por artistas não-eruditos, que tem como inspiração retratar temas populares tanto do campo como urbanos. Os artistas naifs em geral são autodidatas e como não seguem regras, não estão ligados a uma escola ou tendência .

" Sou uma artista plástica autodidata, com tendência ao figurativismo. Hoje me sinto artista, porque aprendi a buscar em minha essência de ser, todas as futilidades e maravilhas que vivem enrustidas em nosso âmago, e que a verdadeira arte ensina a ser arrancada das entranhas e transformada em pura imagem filosófica do ser.
Sempre trouxe a arte dentro de mim, e sozinha aprendi a desenvolver técnicas, pesquisar materiais e resultados, mas não estava satisfeita, faltava alguma coisa muito importante, que não permitia que eu me sentisse artista, e com muita dor, percebi que meu trabalho não tinha alma, era apenas técnico, e limitado, bonito mas sem expressão, sem temática sem filosofia.
O processo de busca de um artista é um caminho difícil. Foi um processo longo e dolorido, mas que trouxe-me a maturidade artística que faltava ao meu trabalho. Aprendi a conviver com o meu inconsciente, e a não racionalizar a arte, e principalmente aprendi que ainda tenho muito a aprender, e que só serei completamente artista, quando conseguir transformar meu aprendizado em ensinamentos, trazendo as pessoas uma consciência do que é a arte, de como ela esta envolvida em cada momento de nossas vidas. " . ( Cristiane Campos )


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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

A Arte de Rosah Casanova


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Ponte Para o Sonho -2006
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Colheita de Flores - 2007
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Senhora das Matas e das Borboletas - 2003

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Promenade à Paris - 2007

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Outono em Paris -2007

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O Encontro - 2006


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Senhora das Flores Gerando o Mundo -2003

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Jardim Secreto -2006

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A Carta - 2006




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A artista plástica carioca Rosah Casanova teve sua iniciação no mundo artístico com a música, graduando-se pela UFRJ em 1977. A paixão pela pintura e desenho desabrochou em 2001 e desde então não mais parou de criar.
Atualmente desenvolve seus trabalhos no Baluarte Ateliê, onde tem seu próprio espaço. Participou de vários Salões e Exposições Coletivas. Participou também em publicação de livros e revistas de arte. Além de dispersas em território brasileiro encontram-se obras suas no Líbano, nos Estados Unidos e na Inglaterra .
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"Rosah Casanova tem aberto portas que levam sua pintura para novos caminhos. A curiosidade e o interesse em conhecer os desdobramentos da arte, alimenta e estimula a artista a crescer e desenvolver sua técnica. Essa curiosidade a levou para outros estilos e novas formas de pincelar, mergulhou no impressionismo e na modulação da cor. Rosah é uma artista que se alimenta da própria arte e cresce velozmente para uma estatura que breve vai nos proporcionar agradáveis surpresas." (Luiz Badia )
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"A pintura é uma necessidade básica de minha alma. Preciso pintar, me faz bem, a pintura é sempre uma busca incessante dentro de mim mesma. Sempre busco encontrar dentro de mim a cor, a forma, a luz, a sombra, a superação, a alegria, a tristeza, tudo que se encontra represado em algum canto qualquer da minha alma. As paisagens são fruto de toda a luz que vi, de toda a poeira que acumulei, de todas as flores que colhi, de todas as pedras que pisei, de toda a bruma que se espalhou, de todos os rios que correram, de todos os caminho, que em todos os séculos, minha alma trilhou por este mundo. Com as tintas e pincéis tento superar todos os desafios que os limites de meu corpo me impõem. Tento todos os dia vencer e superar estes limites " . ( Rosah Casanova)


Fonte: Da Vinci Galeria de Artes Pásticas



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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

A Arte de Washington Maguetas

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Mayra no Jardim de Maguetas

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Ao Sol da Tarde

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Jardim de Monet

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Gisele e Cláudia Sobre a Ponte - 1993

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Artistas na Cena

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Camila no Bosque - 2005

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Coreto da Praça Carlos Gomes de Campinas na Primavera

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Damas em Giverny - 2005

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Alameda do Jardim Botânico


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Flamboyant em Ilha Bela

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Jardim da Luz em Tarde de Sol

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Manhã de Domingo no Horto -SP

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Meu Primeiro Verso

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Ponte no Jardim de Maguetas

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Uma Tarde na Rede

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Mayra no Atelier de Maguetas - 2005

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Auto-retrato


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Maguetas pintando no jardim


"Muitas vezes quando pinto ao ar livre me transporto para um mundo atemporal, e outras vezes acabo por realizar um trabalho de documentação histórica, pintando paisagens que hoje já não existem mais; algumas se alteraram devido as estações do ano; no entanto, outras simplesmente foram modificadas pelo avanço urbano" (Washington Maguetas ).

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Washington Maguetas é um artista que desde cedo desempenhou papel definido no ofício das Belas Artes, tendo seu trabalho baseado no aprendizado pela observação e prática. São mais de 50 anos de vivência artística, que lhe conferem a condição de Mestre. Nascido em 05/julho/1942, em Taquaritinga (SP), Maguetas tornou-se professor de desenho e pintura desde 1960. Sua principal atividade sempre foi a pintura, também tendo criado músicas (letras e melodias), esculturas e poesias.
A arte de Maguetas é intimamente ligada à história do impressionismo no Brasil e no mundo. Passou uma grande parte de sua vida na busca árdua da cor, da harmonia, da sombra e da forma perfeita.

O impressionismo surgiu espontaneamente, porque veio da necessidade de reproduzir os momentos rapidamente, conservando a luz natural em cada cena. As cores, tons e luzes são brasileiras, assim como a maior parte das paisagens, classificando seu trabalho como um "Impressionismo Tropical ".
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Fontes:
Veja AQUI o processo criativo de Maguetas
Veja outras obras de Maguetas clicando AQUI


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